Tem sido tão díficil escrever aqui ou em qualuqer lugar,a mesa que porta meus mundos e dores,minhas hemorragias, tem cada vez se afastado mais.Já não sei o que alimenta em mim a poesia se a dor ou o prazer e analisando de forma mais lúcida já nem sei aonde uma termina e a outra começa.
Esses dias vi uma garota tomando um belo banho na chuva,ela estava na faculdade e nesse reduto onde muitos dizem ser livres vemos as correntes que lhes prendem sendo arrastadas de um lado a outro, os sons estridentes que emitem ferem de forma muito sutil.A chuva era convidativa,parecia que ela revivia uma antiga memória que construí e que me construiu,sua dança era doce e lenta e em determinado momento ela tirou a camisa desnudando o busto e fingindo não ligar para os olhares incriminadores,pervesos e invejesos que a cercavam.
Ela brincava e saber brincar é coisa rara e de extremo bom gosto,tive vontade de sair feito louco uivando ao infinito e convidando-a a uma destruição ainda maior,uma desestruturação dos alicerces alheios mais como já disse estou doente e entendiado,um monstro que desconheço me habita e me arrasta pra uma profundeza nova na qual ainda não mergulhei.
Mais ela me pertubou,não soube definir,analisar, ao que ela se propunha,se ao nada ou algo infímo ou até para algo maior que ela própria desconheça.Ela mecheu com minhas entranhas adormecidas e fez ruminar um pensamento distante ,ela me chamou de covarde,me apontou a doença e cutucou minha raiz podre e fétida.
E ainda assim estou morto...
DANCEM DANCEM DANCEM MAIS!
Dancem tod@s e incitem-me àquele ódio propulsor que outrora fora um dos cursores de minha existência,incitem-me à destruição e ao gozo que ela é e propicia,cuspam nesse corpo imundo que se arrasta e empunha correntes que o enforcam!
Thursday, May 28, 2009
Thursday, March 26, 2009
Nas nuvens,estou nas nuvens e comtemplo toda a grandeza do mundo dos altos
Nada de superior habita em mim
Mais o amor paira e faz morada
E talvez isso em si já seja superior
Não é um "mais uma vez"
Essa é a única vez em que ele pairou
De tal forma,com tal perfeição...
Me atordoa de uma forma maravilhosa os lugares aos quais me leva
Me transporta ao passado
Ao melhor de minha vida
Ela em seu andar mágico consegue fazer meu coração se abalar cada vez que se aproxima
E de rude e tosco que sou passo a amavel
Reconheço-me novo é único
Mais eu do que jamais fui capaz de ser.
É uma tempestade de sentimentos belos o estado de meu ser
Sou todo vida
Tudo parece ter um objetivo
As coisas se encaixam e parecem correr para o seu real fim
Que antes me parecia turvo,incerto
E já é quase meia vida que te comtemplo
Sou tomado de um desespero sublime quando constato os fatos
Parece-me que a perfeição leva tempo pra ser construída
Finalmente acredito no "perfeito"
Eu que sempre fui torto,feio e imperfeito.
Amo
e se um verbo traduzi-se o sentir
todo o mundo veria jorrar em mim o mais belo dos seres!
Nada de superior habita em mim
Mais o amor paira e faz morada
E talvez isso em si já seja superior
Não é um "mais uma vez"
Essa é a única vez em que ele pairou
De tal forma,com tal perfeição...
Me atordoa de uma forma maravilhosa os lugares aos quais me leva
Me transporta ao passado
Ao melhor de minha vida
Ela em seu andar mágico consegue fazer meu coração se abalar cada vez que se aproxima
E de rude e tosco que sou passo a amavel
Reconheço-me novo é único
Mais eu do que jamais fui capaz de ser.
É uma tempestade de sentimentos belos o estado de meu ser
Sou todo vida
Tudo parece ter um objetivo
As coisas se encaixam e parecem correr para o seu real fim
Que antes me parecia turvo,incerto
E já é quase meia vida que te comtemplo
Sou tomado de um desespero sublime quando constato os fatos
Parece-me que a perfeição leva tempo pra ser construída
Finalmente acredito no "perfeito"
Eu que sempre fui torto,feio e imperfeito.
Amo
e se um verbo traduzi-se o sentir
todo o mundo veria jorrar em mim o mais belo dos seres!
Tuesday, September 30, 2008
É triste a pequenez humana
Como abandonamos sonhos e belezas
Ou melhor
Como esquecemos
Pois dentro, onde nem mesmo o próprio individuo pode estar,
Vive ,adormece,o sentimento,a vida em verdade.
Como choro hoje por minha arrogância
Como me debato neste inferno que é a culpa
Ah,é desesperador encarar a realidade que eu mascarava
Pois a realidade é afiada e ao que parece
Eu a construí
Não queria isto pra mim
Pois no intimo a perfeição do momento era o meu sustento
Minhas palavras e ações doentes eram fugas de outros males
E acabei estendendo-os a ti
Agora
Espero um doce fim
Ou
A força pra ascender e superar.
Como águia; espreito do alto o futuro
Esperando o momento oportuno de mergulhar no abismo da existência
Amo...
Pois o amor em mim
Enfim...
É amor!
Como abandonamos sonhos e belezas
Ou melhor
Como esquecemos
Pois dentro, onde nem mesmo o próprio individuo pode estar,
Vive ,adormece,o sentimento,a vida em verdade.
Como choro hoje por minha arrogância
Como me debato neste inferno que é a culpa
Ah,é desesperador encarar a realidade que eu mascarava
Pois a realidade é afiada e ao que parece
Eu a construí
Não queria isto pra mim
Pois no intimo a perfeição do momento era o meu sustento
Minhas palavras e ações doentes eram fugas de outros males
E acabei estendendo-os a ti
Agora
Espero um doce fim
Ou
A força pra ascender e superar.
Como águia; espreito do alto o futuro
Esperando o momento oportuno de mergulhar no abismo da existência
Amo...
Pois o amor em mim
Enfim...
É amor!
Wednesday, June 25, 2008
é só o prelúdio meu bem
virá mais coisas a frente
no momento é só a brisa de um desejo
no momento apenas exponho o canto das unhas de minha sede e fome insaciáveis
é,quando decidi romper com o pudor não fui sincero
e desde então tenho mordido lábios e engolindo seco,vomitando pra dentro de min,
uma loucura desnorteada se apodera de min e já não faço bom uso de drogas e do sexo
mais grita,ah como grita,
uiva, geme ,resmunga,se dilascera no peito e vai se recomponda a partir da glande de meu pênis
se espalhando como um vírus impudico
primeiro pelo corpo
depois pelo intímo,o imaterial e inatingivel,inexplicavel.
foi-me negado ser vagabundo
tento encontrar-me com o espírito da noite mais o ócio se torna cada vez mais raro
sou todo um impulso sem pensar
toda minha escrita:relato
pedaços de min
pois tenha a min rasgado sobre folhas
em papéis sintta o cheiro de meu sangue e sémen
sim,sim,os fluídos condutores de vida e prazer.
queria viver pra escrita
buscar a cada olhar mil palavras, mil besteiras,profanar e salvar.
pois bem, sou isto e mas um pouco que se constrói todo momento
e eu falava sobre prazer e desejo
onde estou agora?
a minha parte exposta, o meu corpo, o que vêm
não o sou e isto fere
quem dera baila com todas as obscenidades que permeiam o intímo
como quando te desejei, querida, e tive vergonha de te falar
que tu visses pois por meu olhar o que minha mente prendia
como já disse queria-te em carne e pelos
para descobrir cada centímetro de pele e sentir teu sangue pulsar
tua ritmia cardíaca acelerada
e o som de teus batimentos se instalando em meus ouvidos
no momento em que meus lábios e lingua se apoderam de teus seios
voluptuosos...
ah como é bom este fluxo, como é bom imaginar...
minha saliva te banhando como em uma brincadeira animalesca...
agora pergunto:por que todo aquele pudor?
se eu era e me neguei não posso culpar-te pela má interpretação acerca de min.
quando estas meninas que não têm noção do seu poder de sedução desfilam
tento sugar-lhes o cheiro como uma esssência
e as vezes em casa tento compor-lhes através das essências
minha saliva mesclando-se ao cheiro de tua pele morna,tua pele quente,
mesclando ao cheiro de tuas partes húmidas clamando por o calor de meu corpo.
ah, meus dedos deslizando por teus músculos e teus pelos se retesando
e eu desenhando formas em tuas costas enquanto lentamente me ponho sobre ti
e engano-te quanto a forma de meu sexo
iludo-te ao te fazer pensar que serei meigo e gentil
serei o desejo contido expondo toda sua fúria
jorrando através do suor e da respiração ofegante,
não me permito cansar,
quero-te cansada e com a cara abatida
com a expressão de uma felicidade dolorosa
de um sofrer demasiado gostoso,
devo reter cada segundo
fazer do momento uma dança
buscar os espaços e passos que componham junto a música a maestria perfeita
o perfeito menear do momento...
mais isto é só o começo
é só um pensar
um adiantar-se a min,
um querer atrasado.
sou todo uma fúria por trás desta aparente cara passiva
por trás desta carcaça morrendo há deuses e demônios em um banquete,
em uma orgia quem sabe...
por que pensar no futuro?
deveriamos atear fogo no presente e começa tudo outra vez
a cada dia recomeçar
não ficar fadado a repetição,ao replay de nossos dias.
corro e quem corre dentro de sí corre de sí
emendo meus pedaços
procuro cheiros e visões que não me pertencem mais
enquadro e fotografo imagens que me apetece devorar
não só imagens mais névoas que não têm definição.
a imagem de teu corpo nu me devolve às ruas.
virá mais coisas a frente
no momento é só a brisa de um desejo
no momento apenas exponho o canto das unhas de minha sede e fome insaciáveis
é,quando decidi romper com o pudor não fui sincero
e desde então tenho mordido lábios e engolindo seco,vomitando pra dentro de min,
uma loucura desnorteada se apodera de min e já não faço bom uso de drogas e do sexo
mais grita,ah como grita,
uiva, geme ,resmunga,se dilascera no peito e vai se recomponda a partir da glande de meu pênis
se espalhando como um vírus impudico
primeiro pelo corpo
depois pelo intímo,o imaterial e inatingivel,inexplicavel.
foi-me negado ser vagabundo
tento encontrar-me com o espírito da noite mais o ócio se torna cada vez mais raro
sou todo um impulso sem pensar
toda minha escrita:relato
pedaços de min
pois tenha a min rasgado sobre folhas
em papéis sintta o cheiro de meu sangue e sémen
sim,sim,os fluídos condutores de vida e prazer.
queria viver pra escrita
buscar a cada olhar mil palavras, mil besteiras,profanar e salvar.
pois bem, sou isto e mas um pouco que se constrói todo momento
e eu falava sobre prazer e desejo
onde estou agora?
a minha parte exposta, o meu corpo, o que vêm
não o sou e isto fere
quem dera baila com todas as obscenidades que permeiam o intímo
como quando te desejei, querida, e tive vergonha de te falar
que tu visses pois por meu olhar o que minha mente prendia
como já disse queria-te em carne e pelos
para descobrir cada centímetro de pele e sentir teu sangue pulsar
tua ritmia cardíaca acelerada
e o som de teus batimentos se instalando em meus ouvidos
no momento em que meus lábios e lingua se apoderam de teus seios
voluptuosos...
ah como é bom este fluxo, como é bom imaginar...
minha saliva te banhando como em uma brincadeira animalesca...
agora pergunto:por que todo aquele pudor?
se eu era e me neguei não posso culpar-te pela má interpretação acerca de min.
quando estas meninas que não têm noção do seu poder de sedução desfilam
tento sugar-lhes o cheiro como uma esssência
e as vezes em casa tento compor-lhes através das essências
minha saliva mesclando-se ao cheiro de tua pele morna,tua pele quente,
mesclando ao cheiro de tuas partes húmidas clamando por o calor de meu corpo.
ah, meus dedos deslizando por teus músculos e teus pelos se retesando
e eu desenhando formas em tuas costas enquanto lentamente me ponho sobre ti
e engano-te quanto a forma de meu sexo
iludo-te ao te fazer pensar que serei meigo e gentil
serei o desejo contido expondo toda sua fúria
jorrando através do suor e da respiração ofegante,
não me permito cansar,
quero-te cansada e com a cara abatida
com a expressão de uma felicidade dolorosa
de um sofrer demasiado gostoso,
devo reter cada segundo
fazer do momento uma dança
buscar os espaços e passos que componham junto a música a maestria perfeita
o perfeito menear do momento...
mais isto é só o começo
é só um pensar
um adiantar-se a min,
um querer atrasado.
sou todo uma fúria por trás desta aparente cara passiva
por trás desta carcaça morrendo há deuses e demônios em um banquete,
em uma orgia quem sabe...
por que pensar no futuro?
deveriamos atear fogo no presente e começa tudo outra vez
a cada dia recomeçar
não ficar fadado a repetição,ao replay de nossos dias.
corro e quem corre dentro de sí corre de sí
emendo meus pedaços
procuro cheiros e visões que não me pertencem mais
enquadro e fotografo imagens que me apetece devorar
não só imagens mais névoas que não têm definição.
a imagem de teu corpo nu me devolve às ruas.
Friday, June 06, 2008
é a escrita que vara noites a frio procurando corpo que me preocupa
não o que ela é e sim o que ela poderia ser
dissimulada e atrevida
disfarçada entre tantas mascaras já utilizadas
dentre tantas roupas sujas de sangue e excrementos
(pra não falar dos fluídos orgiasticos...)
ah,como me apetece um desejo extremo de fazer real o que sonho
de jorrar no mundo o que imagino e através da loucura se torna um novo min
mais a alma a aprisiona,
uma timidez rídicula de min se apodera e morro diante do criar.
do momento sublime e para min cruel de criar.
não me bastam palavras
queria que numa folha coubessem mais que um gesto, mais que um mundo
e hão de dizer que é possível
mais como?
torno-me superficial
sou quase um velho louco que se acha o mais potente
quase um pai ameçador e desgraçado.
estéril.
vou compor uma nova sinfonia.
é precisso a criação de um novo ritmo, de uma nova forma disforme,
à nova linguagem...
não o que ela é e sim o que ela poderia ser
dissimulada e atrevida
disfarçada entre tantas mascaras já utilizadas
dentre tantas roupas sujas de sangue e excrementos
(pra não falar dos fluídos orgiasticos...)
ah,como me apetece um desejo extremo de fazer real o que sonho
de jorrar no mundo o que imagino e através da loucura se torna um novo min
mais a alma a aprisiona,
uma timidez rídicula de min se apodera e morro diante do criar.
do momento sublime e para min cruel de criar.
não me bastam palavras
queria que numa folha coubessem mais que um gesto, mais que um mundo
e hão de dizer que é possível
mais como?
torno-me superficial
sou quase um velho louco que se acha o mais potente
quase um pai ameçador e desgraçado.
estéril.
vou compor uma nova sinfonia.
é precisso a criação de um novo ritmo, de uma nova forma disforme,
à nova linguagem...
Monday, May 19, 2008
Domingo
domingo:acordar um pouco mais tarde, não fazer muita coisa além de aturar os parentes que você finge gostar,ter um almoço diferente dos da semana mais igual aos dos domingos.
piscina,cerveja,música de domingo.
música de domingo:samba,brega,qualquer coisa dos anos 60...
durmir a tarde, acordar a tarde,tentar durmir de novo pra terminar logo o domingo.
assisitir qualquer filme besta a noite mais antes se anestesiar com algo na praça mais proxima.
domingo é um dia morto,uma mentira convecional.
um saco.
piscina,cerveja,música de domingo.
música de domingo:samba,brega,qualquer coisa dos anos 60...
durmir a tarde, acordar a tarde,tentar durmir de novo pra terminar logo o domingo.
assisitir qualquer filme besta a noite mais antes se anestesiar com algo na praça mais proxima.
domingo é um dia morto,uma mentira convecional.
um saco.
Friday, May 16, 2008
caminhava rumo a ela como se estivesse indo ao colégio ou ao trabalho mais sabia que era diferente.o tempo que os afastava intensificava sua ansiedade,aquela respiração ofegante que já conhecia de outros encontros,o tremor quase inperceptivel na ponta dos dedos,os pensamentos se extraviando...
anos se passam e as coisas não mudam.
eram os seus olhos o principal condimento daquela receita e seu sorriso uma sobremessa maravilhosa.
seus beijos negados eram o seu sonho.
anos se passam e as coisas não mudam.
eram os seus olhos o principal condimento daquela receita e seu sorriso uma sobremessa maravilhosa.
seus beijos negados eram o seu sonho.
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