Saturday, September 30, 2006

explosão?

O cara saiu e era bem cedo, mas nunca é cedo o bastante pra se esquecer do ódio que fulmina em nosso peito, e naquele "dia" bem mais do que nos demais ele estava a ponto de uma explosão.Implodir, explodir, destruir...Pois bem era isso! Uma explosão, Booooooooommmmm e tudo ia pros ares, Hahahaha, como isso o enchia de euforia!Todos aqueles rostos mórbidos não representavam nada e era preciso se desfazer de toda a mascara que com a agitação das ruas se aperfeiçoara a ele e disfarçava junto à massa não o sentimento de omissão, mas o de rebeldia e completo transtorno pela incapacidade de ação naquela merda toda...Queria coisas verdadeiras e não uma suposta vida baseada em esmolas oferecidas e aceitas e pior, na maioria das vezes nem se quer questionada.Esta nítido o sangue escorrendo na vala, a criança que pede esmola, o casal que finge se amar, esta nítido, esta nítido, esta nítido... ...Tão nítido que fere, dói, mas os analgésicos estão ai... Ele pensou: -quero mais, muito mais, porém precisasse reduzir ao menos, bem menos...
Já estava próximo a noite o que lhe trazia mais tranqüilidade, mais as vezes durante a diversão,já próximo ao fim,tudo ficava parado e então era mais notório a mentira. Fulgas alternativas que levavam sempre aos mesmos caminhos que antes eram excitantes e agora não passavam de estradas já percorridas com imagens repetidas e que eram trilhadas pelo fato de aparentemente não haver mais nada.
Ascendeu o cigarro, bebeu alguns goles de cerveja e se sentou a mesa.
Compra-se diversão?
Saiu andando e não deu satisfações a ninguém, foi andando sem rumo em busca de algo, sabe-se lá o que.Andava pelas ruas tristes que transitavam carros tristes até que a chuva veio sobre sua cabeça.Não pensou duas vezes tirou a roupa e tomou um belo de um banho em plena praça pública uma garota se juntou à festa e dançaram feitos índios comemorando a vinda da chuva.
Quem era ela?
Não disseram palavras e deram lugar aos acontecimentos, se amaram como amantes e despediram-se com um beijo violento.Quando vestiu as roupas e já retornava a realidade ouviu um grito:
-como é bom explodir!
Sorriu, pegou a mochila a pôs nas costas, saiu desdenhando as ruas daquela selva de concreto e afirmou:
-É, eu não sou o único.

Tuesday, September 19, 2006

loucura e ebriedade

loucura e ebriedade

vamos?

vamos sair as ruas e gritar ao vento nossas mentiras,vamos eu queroeu precisso transar e ver verdade,quero ver além do que os atos iludem.andando sozinho no meio da madrugada e estampado no céu estão decadentes os sonhos e queremos mais bem mais e dessa vez é diferente.correu e ja estava lá nem sabia como tinha alcançado mas estava la, e de que forma?precissase de pouco bem pouco pra poder conseguir, o dificil é alcançar voô no meio desta confusão ai fica asssim tudo perdido e precissamos da fuga pra que possamos nos achar...queremos o que esta la fora e não podemos alcançar por que nos foi proibido,queremos o tsouro que a rainha escondeu...ouvir o som louco e caótico das batidas de tambores,seja o rock n' roll ou seja os sons africanos mas queremos dançar essa dança disritmada essa dança louca essa dança que retrata o que somosa completa falta de sentidosa moralidade assasinada e a preservação da loucurahahahaahh a loucura como principio!agora eu estou sentado numa cadeira e escrevendo um monte de coisas mas reproduzindo un ser aprisionado em uma tela de computador,ai eu penso: o mundo é la fora e eu tenho que conhecelo por mais que ele me machuqueme levanto e caminhoem direção ao "desconhecido"a dorao amora essas caras petrificadas até...