Wednesday, April 02, 2008

É assim que busco a escrita: aos vômitos
vômitos como encantos, como a peste que de min brota e necessita sair
não por mal ou por bem
apenas pela necessidade de que algo exista e assim seja
como o amen ou verbo que dizem que se fez carne...ou algo assim
como algo divino(apesar de minhas convicções acreditarem que seja mais profano do que divino isso que assim existe e assim é)que sente a necesidade de existir e nada explicar.
como explicar essa vontade de existir por existir?
essa vontade que se sobrepõe a razão e a necessidade que o mundo me impõe enquanto minhas necessidades são outras...
que droga! o que me leva a dizer palavras que não me interessam? a sentir e querer coisas que não me resolveram enquanto enigma.
é isto este nada,este vazio,este abismo existente em todos e gritante em min
a gastrite nervosa e futura ulcera que rumina a espreita no cerebro
me posto como um louco
não,não, seria um insulto aos loucos...são sqeres tão leves em suas caoticidades...
o que nenhum deus pode explicar são esses mundos que crio
essas esquizofrenias mais que predominantes em minha vida...elas são a minha vida!
ou o que penso que ela é
o resto é o que finjo
o verdadeiro ou o wue se toma por verdade se confundem
nos ensinaram através de contos de fadas e nos tomaram o direito de ser fada
de ser místico ou mítico.
quanto horrores em cada mente infantil que hoje percorre meus caminhos
o posicionamento adulto diante de tudo
oh por que me violentam com tantas coisas...
essa tela fria em escuta e é tudo
o que eu queria não sei dizer
se perdeu a muito ou ainda não criei.
e mais uma vez a preguiça
esse postar indiferente a tudo
esse durmir acordado
se acocorar para o mundo e cagar indiferença
mais uma vez essa dor sem resposta
essa droga que não se consome
que não chapa
que não se mostra e não se sente
é a negação absoluta e resoluta de tudo
eu
vago
no
nada

perdido


graças a min...
só a min.