domingo:acordar um pouco mais tarde, não fazer muita coisa além de aturar os parentes que você finge gostar,ter um almoço diferente dos da semana mais igual aos dos domingos.
piscina,cerveja,música de domingo.
música de domingo:samba,brega,qualquer coisa dos anos 60...
durmir a tarde, acordar a tarde,tentar durmir de novo pra terminar logo o domingo.
assisitir qualquer filme besta a noite mais antes se anestesiar com algo na praça mais proxima.
domingo é um dia morto,uma mentira convecional.
um saco.
Monday, May 19, 2008
Friday, May 16, 2008
caminhava rumo a ela como se estivesse indo ao colégio ou ao trabalho mais sabia que era diferente.o tempo que os afastava intensificava sua ansiedade,aquela respiração ofegante que já conhecia de outros encontros,o tremor quase inperceptivel na ponta dos dedos,os pensamentos se extraviando...
anos se passam e as coisas não mudam.
eram os seus olhos o principal condimento daquela receita e seu sorriso uma sobremessa maravilhosa.
seus beijos negados eram o seu sonho.
anos se passam e as coisas não mudam.
eram os seus olhos o principal condimento daquela receita e seu sorriso uma sobremessa maravilhosa.
seus beijos negados eram o seu sonho.
Saturday, May 03, 2008
A chuva não cessa.cada gota me lembra uma nova historia,carrega o seu potencial e ao encontrar o chão é como uma vida que se despedaça.quando caminho no meio da multidão fico tentando através de olhares,gestos ou qualqer coisa que me pareça uma pista sobre a vida de alguem,imaginar como seria um livro que teria como contéudo o meu "objeto de observação".
Acho que escrever as vezes é prepotencia,assim como ler, procuramos através das palavras cessar esta dor que não tem justificativa, não começou em canto algum e que, sabemos,não tera um fim.É um sangrar sem estancar,uma hemorragia que a cada tentativa de melhora ou cada medida tomada contra ela só faz aumentar o jorro de sangue seguinte.
Ainda não encontrei a fórmula, a minha propria escrita que decifre o que penso e que assim sirva de paliativo para a vida, pois em um momento sou luta, em outro sou totalmente tesão e ha momento que sou morno e uma lesma de preguiça.por min sequer respirava nestes momentos.
Ultimamente tenho lutado contra os vícios, é logico que não contra todos, mais tenho me privado ao maximo, por exemplo, da fumaça principalmente quando ajo de forma compulsoria não apreciando a minha destruição, mais em dias chuvosos como este tudo que eu queria era sentar-me em uma janela qualqer e ficar observando as gotas encontrarem o chão e se estatelarem contra ele.
Tem um amigo que sempre me escrevia e eu não recebia suas coisas por cartas por que o via sempre pessoalmente tambem por que em tempos modernos os e-mail e toda a parafernalia cibernética tira o espaço da matéria,que apesar de boba e muitas vezes desnecéssaria me causa um profundo bem estar.nos ultímos tempos não tenho recebido seus escritos, adoeceu sentimentalmente e fisicamente (talvez um tenha sido conseqüência do outro) e desde então não tenho tido o conforto de suas palavras,que muitas vezes não entendo e que tantas vezes se afeiçoam ao que penso,sinto e não sei como exprimir.
Estou extremamente apaixonado pela menina que passou por min hoje de manhã,creio que daqui a alguns anos ela sera uma mulher fenomenal,posso estar enganado,mais o seu olhar,que era de uma infância a se abandonar e de uma responsabilidade a lhe cair aos poucos sobre a vida feito essa chuva que não cessa e que alaga,que em algum momento não tem pra onde ir se acumula.Me apaixonei pela sua historia, pelo que escrevi sem que ela sentisse e que podera diferir extremamente do que sera mais tudo nela gritava um futuro diferente,uma persnoa diferente...talvez seja delírio, talvez seja só essa ansia pelo novo querendo criar o inusítavel para as pessoas ja que aqui uma parte morre a cada suspiro.
Deslizei os dedos pelas cadeiras e pelas paredes,senti o cheiro de tudo o que me rodeava: os cabelos das meninas de manhã cedo quando banhadas alimentam-nos com comésticos sem fim, cheiro das folhas tortuosas dos cadernos e livros com milhões de inutilidades,colhi o ódio e o amor no hálito quente daquele que apreensivo sentou-se ao meu ladono coletivo,nas mãos trêmulas escorriam incertezas e o olhar centrado mas coxas e joelhos da jovem loira de saia curta a sua frente se dissipava todo um novo carinho como um troco pelo sofrer que chegou a demonstrar instantes antes.e tudo é suposição,tudo delírio...
Ainda não terminei minha especulação sobre o contato com a matéria, não expliquei como me senti quando tentei entender como cada minúscula partícula que existe esta arranjada uma com outra qualqer e do desejo que senti de participar,ainda qiue saiba que participo de forma imperceptível,de todas estas ligações.Quando tateei as coisas era numa necessidade extrema de prazer, de sentir o orgasmo que cada relação exalava,era a solidão de estar entre todos mais uma vez se manifestando como naquela festa onde todos dançavam e eu deitado longe via o que cada rosto me escrevia...ah mais as palavras são tão poucas, são um mundo tão limitado que tentar de alguma forma mostrar tudo o que grita ,e que nem sei se grita pois o verbo gritar aqui utilizado é só mais uma limitação louca por querer mostrar algo que talvez nunca poderá ser exposto,é de ma irracionalidade ou ambição que me cansa ao ponto de aos poucos pensar em desmaiar e deitar neste chão gelado com o son das gotas sobre minha pele...
E essa chuva não vai para não?
Diabos, ela me cansa ja ouvi tantas coisas,cada murmurio insensato ela pariu neste rasgar a terra pra ser ouvida.
O céu cinza e branco permanece calado,não se abala e apenas vez por outra braveja vociferando trovões,parecem estar brigados,parecem não se entederem mais o que tenho eu com isso?
que tenho eu com o choro da terra e do ar?
Choro eu aqui sozinho e sentado parindo o nada do tudo.
Acho que escrever as vezes é prepotencia,assim como ler, procuramos através das palavras cessar esta dor que não tem justificativa, não começou em canto algum e que, sabemos,não tera um fim.É um sangrar sem estancar,uma hemorragia que a cada tentativa de melhora ou cada medida tomada contra ela só faz aumentar o jorro de sangue seguinte.
Ainda não encontrei a fórmula, a minha propria escrita que decifre o que penso e que assim sirva de paliativo para a vida, pois em um momento sou luta, em outro sou totalmente tesão e ha momento que sou morno e uma lesma de preguiça.por min sequer respirava nestes momentos.
Ultimamente tenho lutado contra os vícios, é logico que não contra todos, mais tenho me privado ao maximo, por exemplo, da fumaça principalmente quando ajo de forma compulsoria não apreciando a minha destruição, mais em dias chuvosos como este tudo que eu queria era sentar-me em uma janela qualqer e ficar observando as gotas encontrarem o chão e se estatelarem contra ele.
Tem um amigo que sempre me escrevia e eu não recebia suas coisas por cartas por que o via sempre pessoalmente tambem por que em tempos modernos os e-mail e toda a parafernalia cibernética tira o espaço da matéria,que apesar de boba e muitas vezes desnecéssaria me causa um profundo bem estar.nos ultímos tempos não tenho recebido seus escritos, adoeceu sentimentalmente e fisicamente (talvez um tenha sido conseqüência do outro) e desde então não tenho tido o conforto de suas palavras,que muitas vezes não entendo e que tantas vezes se afeiçoam ao que penso,sinto e não sei como exprimir.
Estou extremamente apaixonado pela menina que passou por min hoje de manhã,creio que daqui a alguns anos ela sera uma mulher fenomenal,posso estar enganado,mais o seu olhar,que era de uma infância a se abandonar e de uma responsabilidade a lhe cair aos poucos sobre a vida feito essa chuva que não cessa e que alaga,que em algum momento não tem pra onde ir se acumula.Me apaixonei pela sua historia, pelo que escrevi sem que ela sentisse e que podera diferir extremamente do que sera mais tudo nela gritava um futuro diferente,uma persnoa diferente...talvez seja delírio, talvez seja só essa ansia pelo novo querendo criar o inusítavel para as pessoas ja que aqui uma parte morre a cada suspiro.
Deslizei os dedos pelas cadeiras e pelas paredes,senti o cheiro de tudo o que me rodeava: os cabelos das meninas de manhã cedo quando banhadas alimentam-nos com comésticos sem fim, cheiro das folhas tortuosas dos cadernos e livros com milhões de inutilidades,colhi o ódio e o amor no hálito quente daquele que apreensivo sentou-se ao meu ladono coletivo,nas mãos trêmulas escorriam incertezas e o olhar centrado mas coxas e joelhos da jovem loira de saia curta a sua frente se dissipava todo um novo carinho como um troco pelo sofrer que chegou a demonstrar instantes antes.e tudo é suposição,tudo delírio...
Ainda não terminei minha especulação sobre o contato com a matéria, não expliquei como me senti quando tentei entender como cada minúscula partícula que existe esta arranjada uma com outra qualqer e do desejo que senti de participar,ainda qiue saiba que participo de forma imperceptível,de todas estas ligações.Quando tateei as coisas era numa necessidade extrema de prazer, de sentir o orgasmo que cada relação exalava,era a solidão de estar entre todos mais uma vez se manifestando como naquela festa onde todos dançavam e eu deitado longe via o que cada rosto me escrevia...ah mais as palavras são tão poucas, são um mundo tão limitado que tentar de alguma forma mostrar tudo o que grita ,e que nem sei se grita pois o verbo gritar aqui utilizado é só mais uma limitação louca por querer mostrar algo que talvez nunca poderá ser exposto,é de ma irracionalidade ou ambição que me cansa ao ponto de aos poucos pensar em desmaiar e deitar neste chão gelado com o son das gotas sobre minha pele...
E essa chuva não vai para não?
Diabos, ela me cansa ja ouvi tantas coisas,cada murmurio insensato ela pariu neste rasgar a terra pra ser ouvida.
O céu cinza e branco permanece calado,não se abala e apenas vez por outra braveja vociferando trovões,parecem estar brigados,parecem não se entederem mais o que tenho eu com isso?
que tenho eu com o choro da terra e do ar?
Choro eu aqui sozinho e sentado parindo o nada do tudo.
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