Tuesday, September 30, 2008

É triste a pequenez humana
Como abandonamos sonhos e belezas
Ou melhor
Como esquecemos
Pois dentro, onde nem mesmo o próprio individuo pode estar,
Vive ,adormece,o sentimento,a vida em verdade.

Como choro hoje por minha arrogância
Como me debato neste inferno que é a culpa
Ah,é desesperador encarar a realidade que eu mascarava
Pois a realidade é afiada e ao que parece
Eu a construí
Não queria isto pra mim
Pois no intimo a perfeição do momento era o meu sustento
Minhas palavras e ações doentes eram fugas de outros males
E acabei estendendo-os a ti
Agora
Espero um doce fim
Ou
A força pra ascender e superar.
Como águia; espreito do alto o futuro
Esperando o momento oportuno de mergulhar no abismo da existência
Amo...
Pois o amor em mim
Enfim...

É amor!