Segundo alguns uma contradição
O que de certo modo acho maravilhoso
Ser estável e seguro, firme como uma rocha deve ser um saco,
Preferível ser como o mar, maleável e revolto,
Incerto e tenebroso
Com um novo teor a cada onda.
O que da vida provarei senão da incerteza?
Dela hei de entornar litros e litros da mais pura ignorância.
As palavras hoje saem com um de extremo desleixo
Resolvi simplesmente jogá-las
Falar o que sinto.
Deixei a preguiça de lado e parti
Agarrei-me a um dos meus erros mais saborosos.
Odeio que me julguem.
E isto, nem sei bem ao certo,
Mais acredito que não é uma justificativa.
Abraço a todas as minhas chagas e as jogo na cama
Horas e horas de um prazer pavoroso
Porém tão necessário quanto saboroso.
É triste e sublime me deparar com isto
Todo o ódio e o amor que absorvi
Toda palavra expelida feito uma bomba atômica
Toda morte necessariamente vivida.
A utopia é maravilhosa!
Não é só de sonhos que falo,
Falo do sangue jorrando na calçada e da fome arreganhando-se
Com suas enormes pernas a querer que todos dela sejam amantes.
Mutantes correm de um lado para o outro, manhã.
Sol parece arrancar-me a pele, o gringo adora,
Num é ele quem “trabalha de sol a sol”. tarde.
De todas as vias surgem as mais diversas criaturas sob esse vento desordenado
Mesas frágeis de bares improvisados, catadores de papelão, ônibus lotado, noite.
Não estou só e sou tudo isto
Não mais pessoa, sou todo este contingente parasitário que trafega se degladiando,
Sou também todas as coxias imundas da cidade, o olhar débil de quem não entende,
Sou este todo que vai ruir em breve, como e quando não sei
Mais de uma brecha qualquer um grito ira submergir
Será um estupro, um assassinato, uma dor fodida ou uma expressão de alegria?
Talvez todos.
Tornei-me este monstro e nem percebi
Este divino destruidor,
Um pensamento instalado e ainda assim disfarçado,
Esta contradição tesuda.
Wednesday, October 24, 2007
Saturday, October 20, 2007
Saturday, September 01, 2007

É como se tudo fosse desistruturado e as formas, cores, sons e tudo o que me cerca por dentro e por fora se destroi de uma forma maravilhosa.
Tenho o amor como um conceito inexprimivel que o intitulamos assim por não saber como intitular tal coisa intitulavel.Damos um nome de certo modo até vulgar pra o que não deveria ter abragência nenhuma ou toda a abrangência possível.
Isso num é papo romantico não, é falta do que escrever.
Pois bem vamos começar. A pouco a conversa era interessante, uma amiga de quinze anos acabara de me narrar seu primeiro menage em detalhes e se deliciava com a nova descoberta sexual,segunda ela maravilhosa,inusitada e complicada em pela primeira vez.
O pai do namorado da minha prima é um coroa massa com o qual é legal se conversar sobre magia e esoterismo, o celio estuda teologia e gosta de mitologia e apesar de eu não ser das pessoas mais afeitas a religião ou misticismo consigo explanar um assunto sobre cosmos e força transcendental e sei la mais o que durante muito tempo.
O bebê me olha com aquele olhar de soslaio safado e carinhosamente se vira me beija, depois tenta transpor a comida de sua boca para a minha e solta uma gargalhada gostosa dessas inocentes e inusitadas que só as crianças conseguem soltar sem muito motivo aparente além de um gesto esboçado o qual a tal gostou. A sua cabecinha pequena pende sob meu ombro e isso me alivia, me entorpece, me deixa todo bobo com o carinho expressado de uma forma inconsciente.
A mãe abaixa a cabeça após discutirmos por um motivo besta qualquer, meio inclinada para o nada derretem pensamentos e lembranças do passado e um olhar meio triste meio resignado me fala as palavras que ela não profere,amo aquela boca com o lábio inferior levemente induzido pra fora e qualquer coisa faria por um beijo agora que não a tenho, nem a seu corpo,nem a sua mão a me acariciar.
Bebo um gole de vinho e olho as marcas ao redor, remonto tudo desde os dentes cerrados no apito até a cicatriz da queda da moto, a loucura toma uma nova postura e já nem sei o que sou nesse momento e sei que nunca saberei o que sou ou que irei querer, fica aberta essa icógnita na minha vida como uma brecha que se alastra e não tem mais um jeito, apenas esperar que ela tome conta do todo e então enfim eu encontre algo,sabe-se la o que.
A modernidade sufoca, tudo esta ao alcance e toda a futilidade impede que cheguemos até o limite que precisa se transpor, vou até a geladeira e pego o bolo de chocolate gostoso que sobrou do aniversário do filho do cara legal, mastigo e lembro que estou cada vez mais gordo,recordo ainda que pretendo ser vegetariano e nem parece que a apenas três horas tive altos stress por ter que sair com pessoas extremamente ligadas a moral, egoismo,hipocrísia, para as quais a máxima é comer num restaurante caro,saco.
Me sinto leve e tudo flui, um pensamento surge e com ele mil outros interligados e já nem sei onde comecei e se vou parar, todos os sentidos se aguçam e penso em reinventar uma realidade que me agrade e se possível bastante.
boneca engraçada essa que me encara.
Não conheço muitas palavra talvez um dia quem sabe eu pare e leia o dicionario para tentar aumentar meu vocabulário. Ouço o cacarejar de um galo imagino o quanto deve ser ruim passar os dias por essas bandas principalmente quando se é um galo.
Sono muito sono e só o que me vem a mente é sexo, apesar de eu estar cheio devido ao exagero queria muito em minha boca o sexo e em meu corpo um outro corpo, queria muito o abraço de pernas que me ocultassem os pernas, ah como e queria os movimentos frenéticos e as tentativas de um susurro qualquer tentando exprimir prazer,"amor,dor ou qualquer outra coisa.
Queria mesmo uma boa e grande noite e sexo anarquíco.
Reinvoco as ideias a cerca do que penso em termos sociais e prefiro prosseguir assim não acreditando em muita coisa e vislumbrando o impossível, é ao contrario de muitos que dizem levantar uma bandeira qualquer e fazem isso por culturinha mais aceita a seus principios de suposta liberdade continuo com essa vivência sofregamente gostosa quebrando a cabeça pensando no rompimento sincero com toda a ordem, tudo parte da ação e da prática,odeio esses que falam, falam, falam e nada fazem.pensar é facil demais.
Solto a mão que nem tinha e me agarro ao que não quero ter,e tudo que queria era um simples abraço e tudo que eu tenho é uma cama que apenas com meu corpo ficara demasiado grande.
Titubeio, é hora de durmir, qualquer hora dessas volto aqui.
Tuesday, July 24, 2007
Fecho os olhos
E tudo se fecha a minha frente,
Portas batem freneticamente
Enquanto vozes gritam seus desejos
Incontidos, rejeitados, desejados.
Respiração fria,
Coração frio,
Mente sórdida.
Gritem podem gritar,
Não me incomodo, isso me enriquece.
A loucura tem a posse do meu ser
E se tornou minha companheira mais lúcida.
Olhava a colina abaixo
E vi mil cabeças rolarem,
Me movimentava mais estava parado,
Observando,
Chorando e sorrindo.
Hoje tomo café,
Amanhã viajo,
Ontem dancei,
Agora escrevo;
Tudo é a mesma coisa
O mesmo tempo e engano.
Somos todos cobaias do tempo
A diferença é que quase percebo.
Sofá confortável
Vitrola estancada
Enquanto isso a modernidade nos sufoca.
Mulheres dançam
Homens se beijam
E uma verdade é pronunciada
Em busca de uma meia verdade.
Consigo.
Me sinto só, me sinto confuso,
Com um nó no esôfago.
E tudo se fecha a minha frente,
Portas batem freneticamente
Enquanto vozes gritam seus desejos
Incontidos, rejeitados, desejados.
Respiração fria,
Coração frio,
Mente sórdida.
Gritem podem gritar,
Não me incomodo, isso me enriquece.
A loucura tem a posse do meu ser
E se tornou minha companheira mais lúcida.
Olhava a colina abaixo
E vi mil cabeças rolarem,
Me movimentava mais estava parado,
Observando,
Chorando e sorrindo.
Hoje tomo café,
Amanhã viajo,
Ontem dancei,
Agora escrevo;
Tudo é a mesma coisa
O mesmo tempo e engano.
Somos todos cobaias do tempo
A diferença é que quase percebo.
Sofá confortável
Vitrola estancada
Enquanto isso a modernidade nos sufoca.
Mulheres dançam
Homens se beijam
E uma verdade é pronunciada
Em busca de uma meia verdade.
Consigo.
Me sinto só, me sinto confuso,
Com um nó no esôfago.

Acordo e diante de min a dor do mundo, me sinto imundo e com o corpo doido como se eu estivesse carregando não a culpa mais a falta, a falta de algo mais amplo porem menos abrangente.
Ontem fui a uma festa idiota acompanhado de pessoas que amo, porém não menos idiotas e a minha frente bem ao alcance de toda a abrangência de minha visão o desfile da beleza fútil e exaltação de sentimentos mesquinhos e imundos.
Sentimentos? Não, não a chegam a ser isso.
Peço qualquer coisa alcoólica para inebriar minha visão e tornar possível suportar o tempo necessário que se estende até o fim.
Eu vim aqui escrever sem intuito algum, o único intuito talvez fosse soltar estas palavras estranhas no peito do mundo e puxar uma peixeira pra matar o primeiro ser que este se transformasse mais até isso deixou de ser.
Olho para os desenhos feitos por pedras justapostas nas calçadas da praça e tento interligá-los a cada passo por min dado, caminho feito um ser preocupado e ausente da vida por raiva ou por preguiça, por amor ou por qualquer outra coisa que o vago lapso de memória que tenho me impede de exprimir o que talvez seja.
As mãos nos bolsos a procurar alguma coisa que sirva pra distração besta de mais um dos sentidos: tato; tateio qualquer coisa que se encontre ao alcance de min dentro destes bolsos e engano-me na certeza de que queria tatear um corpo, não um corpo qualquer, só aquele que me desse o prazer da boa conversa e da companhia simples, porém aconchegadora, aquele que me faz caminhar um pouco mais achado no meio de tudo isso.
Vez por outra os sentidos nos enganam e é fácil ceder aos impulsos e amanhecer arrependido com a quase certeza de que tudo esta errado, inclusive quando achamos estar certo.
Toda hora há aquele desespero diante dos adultos com suas certezas inquestionáveis pensando que o mundo e a vida são coisas lineares de decisões simples e estáveis. Mal percebem estes que um dia acordam na casa dos quarentas e têm uma família constituída, normal diante do pensamento social linear é claro, um cachorro amarrado no quintal e como escape de suas frustrações passadas, presentes e futuras têm um fim de semana qualquer em um local onde estão a mercê da bela fuga do cotidiano onde ao voltarem a perceber tal realidade vão estar sentados no meio da semana assistindo ao noticiário e aguardando ansiosamente o próximo capítulo da novela das oito.
Que belo modelo comportamental.
Causa-me nojo, repulsa.
Quero mesmo é acordar em um futuro qualquer e como numa manhã como essa não saber ao certo o que vou fazer, ver na minha mente o amanhecer tardio e me sentar e questionar o que me torna vago, me sentar em uma cadeira e tentar transpor minha silhueta e meus pensamentos para um papel ou para uma pagina qualquer, virtual ou real.
Às vezes o que exijo é tão pouco mais diante de todos os pensamento conjugados nessa massa inerte que são as sociedades parece ser impossível de se realizar.
Amanhece mais uma vez o mundo sob um aspecto diferente, em min um outro eu que nem eu, nós, sei o que é.
Ontem fui a uma festa idiota acompanhado de pessoas que amo, porém não menos idiotas e a minha frente bem ao alcance de toda a abrangência de minha visão o desfile da beleza fútil e exaltação de sentimentos mesquinhos e imundos.
Sentimentos? Não, não a chegam a ser isso.
Peço qualquer coisa alcoólica para inebriar minha visão e tornar possível suportar o tempo necessário que se estende até o fim.
Eu vim aqui escrever sem intuito algum, o único intuito talvez fosse soltar estas palavras estranhas no peito do mundo e puxar uma peixeira pra matar o primeiro ser que este se transformasse mais até isso deixou de ser.
Olho para os desenhos feitos por pedras justapostas nas calçadas da praça e tento interligá-los a cada passo por min dado, caminho feito um ser preocupado e ausente da vida por raiva ou por preguiça, por amor ou por qualquer outra coisa que o vago lapso de memória que tenho me impede de exprimir o que talvez seja.
As mãos nos bolsos a procurar alguma coisa que sirva pra distração besta de mais um dos sentidos: tato; tateio qualquer coisa que se encontre ao alcance de min dentro destes bolsos e engano-me na certeza de que queria tatear um corpo, não um corpo qualquer, só aquele que me desse o prazer da boa conversa e da companhia simples, porém aconchegadora, aquele que me faz caminhar um pouco mais achado no meio de tudo isso.
Vez por outra os sentidos nos enganam e é fácil ceder aos impulsos e amanhecer arrependido com a quase certeza de que tudo esta errado, inclusive quando achamos estar certo.
Toda hora há aquele desespero diante dos adultos com suas certezas inquestionáveis pensando que o mundo e a vida são coisas lineares de decisões simples e estáveis. Mal percebem estes que um dia acordam na casa dos quarentas e têm uma família constituída, normal diante do pensamento social linear é claro, um cachorro amarrado no quintal e como escape de suas frustrações passadas, presentes e futuras têm um fim de semana qualquer em um local onde estão a mercê da bela fuga do cotidiano onde ao voltarem a perceber tal realidade vão estar sentados no meio da semana assistindo ao noticiário e aguardando ansiosamente o próximo capítulo da novela das oito.
Que belo modelo comportamental.
Causa-me nojo, repulsa.
Quero mesmo é acordar em um futuro qualquer e como numa manhã como essa não saber ao certo o que vou fazer, ver na minha mente o amanhecer tardio e me sentar e questionar o que me torna vago, me sentar em uma cadeira e tentar transpor minha silhueta e meus pensamentos para um papel ou para uma pagina qualquer, virtual ou real.
Às vezes o que exijo é tão pouco mais diante de todos os pensamento conjugados nessa massa inerte que são as sociedades parece ser impossível de se realizar.
Amanhece mais uma vez o mundo sob um aspecto diferente, em min um outro eu que nem eu, nós, sei o que é.
Saturday, July 14, 2007
Metas – traços pra vida,
Eu nunca planejei o futuro
Talvez por me frustrar no presente
Penso que meus sonhos são só ilusões.
Tenho medo e sinto frio
Mesmo quando o sol é escaldante
Mais meu mergulho e forte
Decidido
E sobre o ar deslizo.
Animal, fera cruel de instintos insanos,
Insanos no mundo de minha mente,
Insanos neste mundo “social”.
Se alguém puder um dia romper a fechadura
Da porta de minha persona,
Personas,
Entendera meu por que e minha aflição,
Sentira garras rasgar-lhe as costas.
Num quarto escuro com um filete de luz da lua,
Com uma mesa e alguns cigarros e cinzas,
No canto uma fera aguarda sua pressa
Balbucia loucuras
E olha fixo um ponto a sua frente com um ar psicótico.
Descarto todas as possibilidades de ser normal
Pois mesmo quando tentei morri
E acordo todas as manhãs como um dado
Que rola no casino da vida,
Dado de mil faces
Vez por outra viciado.
Confundir não é um ato muito benquisto
E não se pode tracejar a vida sobre isto,
Pode?
A fada responsável por meus sonhos e minha existência
Teve as asas cortadas
E hoje é uma adolescente que se prostitui pra poder comer.
Desde de seu declínio tenho a sorte
Como uma bola de vidro que me escapa as mãos
No momento mais importuno.
Historia escrita como rabiscos avulsos
Na areia do deserto
Que o vento ao mínimo esforço apaga
E que aparentemente uma tempestade passou
Pelo deserto de minha vida.
Alimentar-me-ei de gestos
E de pequenas grandezas.
A morte chegará muito rápida. Alívio.
Não quero construir nada,
Todo meu processo de criação ser a partir
Do nada
Da desconstrução.
Só assim posso dar espaço
Pra que eu exista.
Tenho o pouco que necessito.
Que comece o fim!
Eu nunca planejei o futuro
Talvez por me frustrar no presente
Penso que meus sonhos são só ilusões.
Tenho medo e sinto frio
Mesmo quando o sol é escaldante
Mais meu mergulho e forte
Decidido
E sobre o ar deslizo.
Animal, fera cruel de instintos insanos,
Insanos no mundo de minha mente,
Insanos neste mundo “social”.
Se alguém puder um dia romper a fechadura
Da porta de minha persona,
Personas,
Entendera meu por que e minha aflição,
Sentira garras rasgar-lhe as costas.
Num quarto escuro com um filete de luz da lua,
Com uma mesa e alguns cigarros e cinzas,
No canto uma fera aguarda sua pressa
Balbucia loucuras
E olha fixo um ponto a sua frente com um ar psicótico.
Descarto todas as possibilidades de ser normal
Pois mesmo quando tentei morri
E acordo todas as manhãs como um dado
Que rola no casino da vida,
Dado de mil faces
Vez por outra viciado.
Confundir não é um ato muito benquisto
E não se pode tracejar a vida sobre isto,
Pode?
A fada responsável por meus sonhos e minha existência
Teve as asas cortadas
E hoje é uma adolescente que se prostitui pra poder comer.
Desde de seu declínio tenho a sorte
Como uma bola de vidro que me escapa as mãos
No momento mais importuno.
Historia escrita como rabiscos avulsos
Na areia do deserto
Que o vento ao mínimo esforço apaga
E que aparentemente uma tempestade passou
Pelo deserto de minha vida.
Alimentar-me-ei de gestos
E de pequenas grandezas.
A morte chegará muito rápida. Alívio.
Não quero construir nada,
Todo meu processo de criação ser a partir
Do nada
Da desconstrução.
Só assim posso dar espaço
Pra que eu exista.
Tenho o pouco que necessito.
Que comece o fim!
Saturday, July 07, 2007

Devaneios em uma mesa de bar (verdade?)
A vida é assim:
Perdidos no espaço das coisas
Perambulamos.
Entre devaneios e ilusões
Buscando
Um porto, um lugar seguro,
Onde possamos repousar o amor
E alcançar
Um lugar em qualquer lugar-guará...
Onde possamos relaxar e amar
E viver,
Aproveitar a vida, o amor...
Ah, tais coisas que sempre as perseguimos
E na maioria das vezes as perdemos.
E entramos num estado de inércia
Deslizando entre as escolhas,
Passando por momentos difíceis,
Traçando caminhos sem calta, por que?
Com um medo besta e fora de lógica,
Por que?
Por que não se pode apressar a vida.
A vida que nos leva...
Vejam, o vento quer nos dizer algo,
Ele sussurra aos nossos ouvidos
E acaricia nossos corpos, alivia a mentes.
Gestos, mentes, palavras...
As observo diante de mil deuses
Às estudo.
Composta por cinco seres noturnos em um habitat regado a álcool etílico.
p.h,ton.ana Raquel,Thais,andréa...
Boêmia bar...
Fortaleza, 06 de julho de 2007
Perdidos no espaço das coisas
Perambulamos.
Entre devaneios e ilusões
Buscando
Um porto, um lugar seguro,
Onde possamos repousar o amor
E alcançar
Um lugar em qualquer lugar-guará...
Onde possamos relaxar e amar
E viver,
Aproveitar a vida, o amor...
Ah, tais coisas que sempre as perseguimos
E na maioria das vezes as perdemos.
E entramos num estado de inércia
Deslizando entre as escolhas,
Passando por momentos difíceis,
Traçando caminhos sem calta, por que?
Com um medo besta e fora de lógica,
Por que?
Por que não se pode apressar a vida.
A vida que nos leva...
Vejam, o vento quer nos dizer algo,
Ele sussurra aos nossos ouvidos
E acaricia nossos corpos, alivia a mentes.
Gestos, mentes, palavras...
As observo diante de mil deuses
Às estudo.
Composta por cinco seres noturnos em um habitat regado a álcool etílico.
p.h,ton.ana Raquel,Thais,andréa...
Boêmia bar...
Fortaleza, 06 de julho de 2007
No meu corpo cicatrizes
Feridas
Pele queimada e luminosa.
Tais marcas contam historias,
Canções de ninar ao som de trovões,
Gritos internos implodindo,
Refletem meus erros e as vezes
Até minhas alegrias.
Geralmente aquelas que precedem a dor
Inesperada.
Hoje eu quis o abrigo da minha casa
A mesma que me causa asco muitas vezes,
Quis o abraço dos livros dispersos,
Dos objetos espessos,
Até das paredes empoeiradas
E da rede estendida
Atrapalhando a passagem.
Rosa vermelha, plástica, artificial
E empoeirada.
Por ti passeia a aranha de pernas finas
Quase imperceptíveis.
E esta deixa teias, rastros,
Todos estamos sujeitos a deixar rastros
Resquícios de nossa existência.
Esparadrapo, durex, cola, canetas vazias,
O rolo de papel higiênico,
O livro de poesias e a carta esquecida,
Nunca lida;
A poeira cobrindo tudo
E a música ruim no ar.
A estranha sensação de vazio
Que me acompanha pelas manhãs
E me preenche.
Essa sensação é a minha única companheira nesta noite
A única verdade presente em minha mesa
Nessa mesa e personificada nestes papeis.
É hora de dormir.
Feridas
Pele queimada e luminosa.
Tais marcas contam historias,
Canções de ninar ao som de trovões,
Gritos internos implodindo,
Refletem meus erros e as vezes
Até minhas alegrias.
Geralmente aquelas que precedem a dor
Inesperada.
Hoje eu quis o abrigo da minha casa
A mesma que me causa asco muitas vezes,
Quis o abraço dos livros dispersos,
Dos objetos espessos,
Até das paredes empoeiradas
E da rede estendida
Atrapalhando a passagem.
Rosa vermelha, plástica, artificial
E empoeirada.
Por ti passeia a aranha de pernas finas
Quase imperceptíveis.
E esta deixa teias, rastros,
Todos estamos sujeitos a deixar rastros
Resquícios de nossa existência.
Esparadrapo, durex, cola, canetas vazias,
O rolo de papel higiênico,
O livro de poesias e a carta esquecida,
Nunca lida;
A poeira cobrindo tudo
E a música ruim no ar.
A estranha sensação de vazio
Que me acompanha pelas manhãs
E me preenche.
Essa sensação é a minha única companheira nesta noite
A única verdade presente em minha mesa
Nessa mesa e personificada nestes papeis.
É hora de dormir.
Wednesday, June 20, 2007
começo do fim de noite
Começo do fim de noite
I
O telejornal alardeou:
“Homen é linchado por engano”
Meus passos calam e preocupam-se
Estancam
E absorvo com um terror sobrenatural
A cena
O caos fictício toma corpo
Barbárie
Não é mais uma suposição pro futuro
É uma realidade do presente.
A rua se estende à frente e contra min
Carros, motos e motores disparam suas luzes.
Mais alguns passos
Mais um pensamento torto
Um querer demasiado ambicioso
Pois me acostumei a sonhar em grandes escalas.
II
A mesa cheia
, digo, as mesas...
Pois não são poucas, o bar pulsa como um ser,
Tem vida, é quase um ecossistema,
Um bioma,
Um habitat de sons, ações, olhares, expressões...
A musica se mistura com o vinho
(que optamos por falta de poder aquisitivo...)
Vinho barato, musica barata
Uma barata circunda o bar
Corre no asfalto.
Tem medo?
...Some da vista e adentra o bueiro
Não sei.
III
Durante à tarde já era anunciado
O vento morno
Calmo
Mórbido
Anunciava.
Para alguns, alguns goles é o bastante
Para outros nunca é o bastante.
Gotas tocam nossas cabeças
-Não arredo o pe daqui!
E chove
Todos, ou quase, arredam.
Os que ficam saboreiam.
Estardalhaço
Macaxeira Sal
Fumaça Cigarro
Política
Sexo
Sorrisos Choros
Amores
Mentiras Verdades
Medo Coragem
Tudo adentra o universo da mesa.
IV
Parafrasear o que?
Explicar? Pra que?
Basta um gesto
Um olhar ou aquele sorriso escroto
Bastam.
As mesmas ruas que nos ameaçavam agora acolhem
Tão tímidas tão nuas
Silêncio.
Uma frase solta no ar
Segredo popular para uns
Para outros um ultraje
É tarde
Em outras noites seria cedo
Mas estamos cansados e confusos
Contundidos contidos
Perdidos
E lisos.
V
Um novo universo crio
Quando no quarto me vejo deitado na rede
Tento sonhar ainda acordado
E me lembro do corpo que queria ao meu lado
Vejo as formas que o lençol desenha
A respiração calma
Quase parada
Lenta
Sou meus sonhos desmedidos
O vento mais uma vez bate-me a fronte
Dessa vez não diz nada.
Refresca.
Os minutos não se arrastam
Voam
Os olhos pesam e uma leve tontura circunda a cabeça
Álcool faz essas coisas.
As pupilas vão assumindo uma outra forma
E as pálpebras pesam
Já não controle minha mente
Adentro o sonhar.
VI
Uma tempestade se precipita
As ao caírem pesam
Quase machucam
Parecem cair como fardos
Como culpas.
Danço com uma deusa
Kauket?
Não há palavras
Só o som da natureza ao meu redor.
Sua mão é de bruxa
Tem uma maciez mágica,
Mística.
Seus olhos de vampira
São um equilíbrio de sedução e mistério.
De repente a tempestade se esvai
A tarde surge
Não há sol
É uma tarde cinza e de vento morno
Tal vendo nos desnuda.
Estamos sentados numa grama
Num tapete verde
É o deleite da solidão contemplando a dor.
VII
Perfeição
É a simplicidade.
O momento em que nos tornamos deuses
Não por virtudes
Mas por nossos pecados
Já não estou só
É precisso sonhar!
Ton
Kuk
Melquetrefe milindroso
Malandro lírico
Saturday, June 09, 2007

A tarde com o seu sol torrencial foge
E a noite se aproxima sorrateiramente...
O gato sobe o muro e sobre o muro
Observa a rua
Parece uma estátua negra
Insatisfeita e fora do seu lugar
Intimando-nos com o seu olhar
Os postes se acendem
As vidas se apagam
Somos fogo ardendo
Sob o sereno noturno.
Correm crianças alegres
Correm e gritam
E nas calçadas as mães conversam
Pela rua com passos lentos
Avançam
Os despropositados
E as engrenagens rangem.
Em algum lugar cai uma pétala
Vermelha
No chão
No vão
Em vão
E do peito de um qualquer
Com um gosto amargo
Se desfaz um suspiro, um pensamento perdido.
Todos os quadrados, triângulos
E diversos polígonos
Se encaixam de alguma forma
De alguma forma
Acham um lugar
Seu lugar
Veja os muros e os tijolos
As calçadas e os padrões
Os diversos objetos inúteis dispersos por sua casa
Tudo
Tudo
Tem o seu lugar.
Mas além do horizonte
Além do horizonte físico
Do horizonte do pensar
E do compreender
Muito além
Nasce molhado de sangue
Moldado com suor
Nasce sem uma forma geométrica indefinida...
Não há encaixe neste mundo
E a noite se aproxima sorrateiramente...
O gato sobe o muro e sobre o muro
Observa a rua
Parece uma estátua negra
Insatisfeita e fora do seu lugar
Intimando-nos com o seu olhar
Os postes se acendem
As vidas se apagam
Somos fogo ardendo
Sob o sereno noturno.
Correm crianças alegres
Correm e gritam
E nas calçadas as mães conversam
Pela rua com passos lentos
Avançam
Os despropositados
E as engrenagens rangem.
Em algum lugar cai uma pétala
Vermelha
No chão
No vão
Em vão
E do peito de um qualquer
Com um gosto amargo
Se desfaz um suspiro, um pensamento perdido.
Todos os quadrados, triângulos
E diversos polígonos
Se encaixam de alguma forma
De alguma forma
Acham um lugar
Seu lugar
Veja os muros e os tijolos
As calçadas e os padrões
Os diversos objetos inúteis dispersos por sua casa
Tudo
Tudo
Tem o seu lugar.
Mas além do horizonte
Além do horizonte físico
Do horizonte do pensar
E do compreender
Muito além
Nasce molhado de sangue
Moldado com suor
Nasce sem uma forma geométrica indefinida...
Não há encaixe neste mundo
Pra ele, não!
Pétalas vermelhas no chão
Gotículas de sangue espesso
Morte e vida se encontram.
Lá fora um ato é a continuidade
O principio e fim da circunferência
Aqui dentro tudo é vazio
Oco
Pobre criança
Que ombro te acolhera?
Nunca haverá sossego na tua vida
Como as pétalas um dia cairás
E como o gato e a noite
Tua alma será negra
A vida será um suplício
Uma dúvida eterna
Será uma noite fria onde tudo esta morto.
Solitária no céu a lua reina
Os olhos cerrados
Lacrimejam a dor contida
Amores perdidos
Dinheiro mais dinheiro
Inspira o ar amargo das fábricas e dos carros
Devolve teu olhar vasto e vago
Amor
Odor
Dor
Mais uma peça perdida
Com a alma arranhada
Olhando o céu
Perdido na imensidão dos pesares.
Tuesday, January 09, 2007
delirio

eu num sei quanto ao resto das pessoas mas ha certo dias que acordo com uma ânsia de vomito imensa,não uma ânsia por vomitar alimentos antes ingeridos mas por vomitar esse mundo em que vivemos.
saio com uma imensa dor de cabeça e passo a odiar ainda mais tudo o que me cerca só que com o passar do dia me acalmo um pouco escondendo dentro de min a minha frustação devida a minha falta de ação por mudança...algumas pessoas tambem notam e se escondem ou choram,têm uma outra perspectiva mas as suas ações são quase sempre a de se limitar a pensar e se indignar.
a engranagem continua e nos suga a vida,o sexo,o dinheiro e aceitamos calados ou indignados porém sem reais ameaças.
sera que estamos realmente dispostos a vencela ou é tudo uma brincadeira cuja qual nós somos os brinquedos..?
Saturday, January 06, 2007
presos a imortalidade...
Ele era apenas um menino e nada sabia sobre o amor, mas seu coração estava destinado a precipitasse diante do mais profundo abismo e não hesitaria em lançar-se de peito em sua aventura ou em suas aventuras na busca de sua felicidade ou de sua dor.
Ela era sensível porem forte, não entendia ainda o que sentia, mas ousava sentir.De uma hora pra outra tudo estava se transformando e o mundo não era mais o que ela via ao seu redor outrora todas as suas verdades tinham caído por terra e ali nascia algo novo que ela ainda não conhecia, mas que julgava conhecer.
Quando crianças os dois viram que a forma como os quadros de suas vidas foram se desenhando já lhes mostrava uma arte distorcida e que não seria nada fácil admirá-la, que teriam de lutar pra transformar tal rascunho em uma obra e para isso iam ter de sofrer; não ia ser nada fácil...
Certa vez quando ainda era criança ela achou que o amor é tudo aquilo que lhe seria negado, as circunstancias lhe mostrara isso, pois sempre que amava algo (ou achava que amava) isto não lhe pertencia, o engraçado é que nesta mesma época ele se interessava pelo mesmo argumento e desenvolvia a mesma tese devido às mesmas circunstancias.
Bem, é verdade que eles eram bem diferentes mais tinham suas peculiaridades em comum e isso os unia de alguma forma tanto que até hoje não conseguem explicar como ocorreu o primeiro beijo, eles se apaixonaram, foi rápido, inusitado, quente, louco, proibido, ardente, pesado, barulhento, apaixonado, mágico, desconcertante, eterno...
Suas expectativas em relação ao amor naquela hora se desfizeram e ali brotou algo novo que não imaginavam se quer existir e se amaram intensamente durante todos os segundos que lhes foi possível estar juntos, mas aos seus destinos estava destinado o pincel cruel com a qual são pintadas as vidas dos poetas malditos e eles não souberam lutar contra isso.
O sofrer se concretizou.
Ele achava-se forte e diante da separação quis buscar outros amores, bem sabe ele que amou e amou com bastante ímpeto, mais há amores e há amor, ele queria o amor por mais que isso o fosse negado.
Ela agiu de forma parecida e eles tentaram diversas vezes a continuação porem o diabo do pincel aprimorava cada vez mais a sua obra repleta de dor e decepção.Mas eles estavam dispostos a ir longe se não fossem felizes juntos seriam separados e conseguiriam outros amores, eram poetas e não malditos.
Mas diversas vezes ao ir durmir ele lembrava seu rosto e nos sonhos ela ia o visitar revestida de beleza, ia como um anjo e tudo se tornava o paraíso.
Hoje ela é uma mulher e trabalha, tem responsabilidades para com as quais zelar, o seu andar é sedutor e o seu rastro tem o cheiro de lençóis recém lavados e frescos.Ele é um homen, trabalha e fez questão de preservar a criança que existe em si.Os dois se cruzam um dia pela rua seus olhares se encontram a distancia como se um tivesse o radar do outro, eles sorriem e relembram com nostalgia apaixonada o passado, mas depois outra vez se distanciam.
No amor há um termo que diferencia tudo e diferencia um amor de amores.Esse termo é uma espécie de solução cujo qual tudo se dilui menos os verdadeiros amores, esta alem do nosso entender por que é abstrato porem real, como Deus para alguns ou os demais sentimentos para outros.A imortalidade é esse o termo, o que é verdadeiro permanece na eternidade e não é preciso muito pra que seja real porem é impossível destruí-lo, porque se torna imortal em pensamentos e mentes, ações e palavras, na presença e na falta.
O poeta disse: ”que seja eterno enquanto dure o nosso amor”; o musico terminou a sua melhor obra com a citação a amada; “minha amada imortal”, eles foram e serão imortais e sabiam o significado da imortalidade.
Pra os dois dessa historia, bem, eles são muitos, são únicos, são todos e são nenhuns...
Espero apenas que saibam usufruir da imortalidade de seus sentimentos...
Ela era sensível porem forte, não entendia ainda o que sentia, mas ousava sentir.De uma hora pra outra tudo estava se transformando e o mundo não era mais o que ela via ao seu redor outrora todas as suas verdades tinham caído por terra e ali nascia algo novo que ela ainda não conhecia, mas que julgava conhecer.
Quando crianças os dois viram que a forma como os quadros de suas vidas foram se desenhando já lhes mostrava uma arte distorcida e que não seria nada fácil admirá-la, que teriam de lutar pra transformar tal rascunho em uma obra e para isso iam ter de sofrer; não ia ser nada fácil...
Certa vez quando ainda era criança ela achou que o amor é tudo aquilo que lhe seria negado, as circunstancias lhe mostrara isso, pois sempre que amava algo (ou achava que amava) isto não lhe pertencia, o engraçado é que nesta mesma época ele se interessava pelo mesmo argumento e desenvolvia a mesma tese devido às mesmas circunstancias.
Bem, é verdade que eles eram bem diferentes mais tinham suas peculiaridades em comum e isso os unia de alguma forma tanto que até hoje não conseguem explicar como ocorreu o primeiro beijo, eles se apaixonaram, foi rápido, inusitado, quente, louco, proibido, ardente, pesado, barulhento, apaixonado, mágico, desconcertante, eterno...
Suas expectativas em relação ao amor naquela hora se desfizeram e ali brotou algo novo que não imaginavam se quer existir e se amaram intensamente durante todos os segundos que lhes foi possível estar juntos, mas aos seus destinos estava destinado o pincel cruel com a qual são pintadas as vidas dos poetas malditos e eles não souberam lutar contra isso.
O sofrer se concretizou.
Ele achava-se forte e diante da separação quis buscar outros amores, bem sabe ele que amou e amou com bastante ímpeto, mais há amores e há amor, ele queria o amor por mais que isso o fosse negado.
Ela agiu de forma parecida e eles tentaram diversas vezes a continuação porem o diabo do pincel aprimorava cada vez mais a sua obra repleta de dor e decepção.Mas eles estavam dispostos a ir longe se não fossem felizes juntos seriam separados e conseguiriam outros amores, eram poetas e não malditos.
Mas diversas vezes ao ir durmir ele lembrava seu rosto e nos sonhos ela ia o visitar revestida de beleza, ia como um anjo e tudo se tornava o paraíso.
Hoje ela é uma mulher e trabalha, tem responsabilidades para com as quais zelar, o seu andar é sedutor e o seu rastro tem o cheiro de lençóis recém lavados e frescos.Ele é um homen, trabalha e fez questão de preservar a criança que existe em si.Os dois se cruzam um dia pela rua seus olhares se encontram a distancia como se um tivesse o radar do outro, eles sorriem e relembram com nostalgia apaixonada o passado, mas depois outra vez se distanciam.
No amor há um termo que diferencia tudo e diferencia um amor de amores.Esse termo é uma espécie de solução cujo qual tudo se dilui menos os verdadeiros amores, esta alem do nosso entender por que é abstrato porem real, como Deus para alguns ou os demais sentimentos para outros.A imortalidade é esse o termo, o que é verdadeiro permanece na eternidade e não é preciso muito pra que seja real porem é impossível destruí-lo, porque se torna imortal em pensamentos e mentes, ações e palavras, na presença e na falta.
O poeta disse: ”que seja eterno enquanto dure o nosso amor”; o musico terminou a sua melhor obra com a citação a amada; “minha amada imortal”, eles foram e serão imortais e sabiam o significado da imortalidade.
Pra os dois dessa historia, bem, eles são muitos, são únicos, são todos e são nenhuns...
Espero apenas que saibam usufruir da imortalidade de seus sentimentos...
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