Elas dançam danças iguais
Têm os rostos iguais
Agem de forma igual
E também pensam iguais
Irmãs siamesas de milhares de mães
E no fundo filhas de uma só
Frutas da igualdade aterrorizadora
Raízes da massificação
E perpetuadoras deste silencio mortal.
Olhem-me de forma diferente
E rasguem suas vestes da moda
Por que não se libertar do todo?
Quero um sorriso verdadeiro e irônico
Que no canto esquerdo carregue um beijo roubado
Com um que de luxuria (desmedida)
Dormindo em suas camas estão isentas do medo
Fecharam os olhos e não viram nada...Quando ainda estavam abertos
Saturday, October 14, 2006
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